Relato neste Blog o trabalho com Formação de Professores para inclusão dos Recursos Tecnológicos no processo de Ensino Aprendizagem. São ações do ProInfo Integrado e programas de formação de professores UAB/UFSM.

terça-feira, 10 de março de 2015

NMC Horizon Report: Edição Educação Básica 2014

O NMC Horizon Report: Edição Educação Básica 2014 examina as tecnologias emergentes para o seu potencial de impacto e uso para o ensino, aprendizagem, e investigação criativa em escolas

A série internacionalmente reconhecida NMC Horizon Report e regionais NMC Technology Outlooks fazem parte do NMC Horizon Project, um empreendimento de 12 anos, iniciado em 2002, e que anualmente identifica e descreve as tecnologias suscetíveis a exercerem um impacto grande, nos próximos cinco anos, em todos os setores da educação em cerca de 65 países ao redor do globo. Este volume, NMC Horizon Report: Edição Educação Básica 2014, examina as tecnologias emergentes pelo seu potencial impacto sobre o ensino, aprendizado e investigação criativa nas escolas. Embora existam muitos fatores locais que afetem a prática da educação, há também questões que transcendem as fronteiras regionais e perguntas comuns à educação básica; foi com estas questões em mente que este relatório foi criado. O NMC Horizon Report: Edição Educação Básica 2014 é o sexto na série anual de relatórios de Educação Básica e é produzido pelo NMC, em colaboração com o Consortium for School Networking (CoSN).

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Fotografias de Escravos Brasileiros, Cangaço e do Rio Grande do Sul

08 de Janeiro - Dia do Fotógrafo

10 raras fotografias de escravos brasileiros feitas 150 anos atrás 

oto da Fazenda Quititi, no Rio de Janeiro, 1865

 Confira 

O Cangaço: 12 fotos e 7 fatos impressionantes sobre um Brasil fora da lei

O lendário cangaceiro Lampião posa para foto segurando uma edição de um dos jornais que costumava ler, "O Globo", 1936. (Benjamin Abrahão/Acervo Abafilm).

https://www.facebook.com/fotosantigas?fref=photo
Gaúcho em 1868

Escola para os Tempos Atuais

Nada Será como Antes

Entrevista de António Nóvoa sobre Escola para os Tempos Atuais

“Há cerca de 150 anos, em meados do século XIX, inventou-se a escola tal como a conhecemos. Foi uma enorme transformação. Depois disso, houve muitas tentativas de mudança e de inovação, mas os seus traços fundamentais não se alteraram”, afirma o educador português António Nóvoa.

António Nóvoa - Foto: divulgação/Reitoria da Universidade de Lisboa
 
Entrivista Completa - Revista Pátio - Novembro de 2014

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Educação a Distância na Educação Básica do Amazonas

Internet e TV levam escola a 38 mil alunos no Amazonas

o Centro de Mídias de Educação do Amazonas surgiu com a proposta de levar escola aos alunos através de satélites e videoaulas. Atualmente, o projeto, que já ganhou 12 prêmios nacionais e internacionais, mobiliza 3 mil professores para atender mais de 38 mil alunos por ano. 
São as tecnologias possibilitando escolarização para alunos residentes em locais de difícil acesso.

Notícia Completa

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

WebQuest



A Inclusão das TIC no processo de ensino-aprendizagem depende, além dos conhecimentos básicos do professor sobre os recursos tecnológicos e de aplicativos, software e recursos educacionais, da exploração didática que o professor faz de cada recurso, da visualização de possibilidades (das potencialidades) do recurso e adaptações que pode realizar com os mesmos.
Um exemplo desse conhecimento são as maneiras como uma WebQuest pode ser explorada nas atividades didáticas. A WebQuest, que é um roteiro de pesquisa, pode ser transformada em grandes desafios para o estudante que irá pesquisar e realizar atividades diferenciadas para  adquirir/melhorar o conhecimento sobre o tema em estudo. De um simples roteiro pode ser transformada em trabalho colaborativo, instigante e que exija criatividade, dependo para isso das Tarefas criadas pelo professor. “A Tarefa é a parte mais importante de uma WebQuest. Propor um tema que promova a discussão, saia do convencional e relacione com o contexto, exige grande reflexão por parte dos autores de uma WebQuest” (SALATESKI E PEREIRA, 2010, p. 9).

Bernie Dodge, que criou a metodologia de WebQuest em 1995, estruturou a mesma com os seguintes  atributos: Introdução, Tarefa, Processo, Recursos, Avaliação e Conclusão. Atualmente o atributo Tarefa já é substituído por Desafios e o Processo pode ser acoplado com os Recursos. 

Mapa Mental sobre WebQuest- Mara Denize Mazzardo
Abar & Barbosa (2008, p.11) conceituam WebQuest como  “uma atividade didática, estruturada de forma que os alunos se envolvam no desenvolvimento de uma tarefa de investigação usando principalmente recursos da Internet”. O grande número de informações disponíveis na Internet exige que o trabalho de pesquisa seja orientado pelos professores. Crianças e jovens que recebem livre acesso à informação sem direcionamento, com freqüência são incapazes de distinguir entre o importante, o trivial, o inadequado e o simplesmente errôneo (ARMSTRONG e CASEMENT, 2001).

O desenvolvimento de WebQuest pelos alunos é uma forma de iniciação científica, pois

Como usuário da rede de informações, o aluno deverá ser iniciado como pesquisador e investigador para resolver problemas concretos que ocorrem no cotidiano de suas vidas. A aprendizagem precisa ser significativa, desafiadora, problematizadora e instigante, a ponto de mobilizar o aluno e o grupo a buscar soluções possíveis para serem discutidas e concretizadas à luz de referenciais teórico-práticos (BEHRENS, 2000, p.77).


WebQuest “é uma metodologia que cria condições para que a aprendizagem ocorra, utilizando os recursos de interação e pesquisa disponíveis ou não na Internet de forma colaborativa. É uma oportunidade de realizarmos algo diferente para obtermos resultados diferentes em relação à aprendizagem de nossos alunos. Além de que, as WebQuets oportunizam a produção de materiais de apoio ao ensino de todas as disciplinas de acordo com as necessidades do professor e seus alunos (BARROS 2005, p. 4)

Silva (2008, p.47) em seu conceito sobre WebQuest destaca o papel do professor e do aluno:

A WebQuest irá orientar a “navegação” do estudante na grande rede de computadores a fim de se obter a construção e reconstrução de conhecimentos ali encontrados. Ele estará mais concentrado em seu tema de pesquisa, com um processo definido para executá-la, com tarefas e recursos predefinidos. O ensino não consistirá apenas em dizer o que o estudante deve fazer, ao contrário, o professor irá tornar-se um questionador, um organizador, ira estruturar problematizações desafiadoras e fornecer apoio para a execução do estudo. Portanto, são estratégias que aumentam a motivação do aluno que, estando motivado não somente faz mais esforços, como está mais alerta a realizar mais conexões, o que resulta em uma aquisição de conhecimentos significativos

Através do trabalho com WebQuest pode-se evitar grave problema do copiar/colar e em conseqüência o plágio. Para isso, nas Tarefas colocar atividades que evitem respostas simples e diretas, levando os alunos a relacionar, comparar, descrever, sintetizar, opinar, discutir, consultar em diversas fontes e referenciar corretamente, representar os conhecimentos com mídias diversas, criar, ser autor e respeitar a autoria:

Entende-se, desta forma, que a pesquisa deve possibilitar ao aluno oportunidade para que elabore as suas próprias hipóteses e teorias, para que recrie seus próprios conceitos com base no questionamento do problema que se apresenta e, nesse sentido, a pesquisa somente poderá ser considerada na sua plenitude se conseguir levar o aluno a desenvolver capacidades cognitivas ao nível da análise, síntese e avaliação. Da mesma forma, o principal objetivo de uma WebQuest enquanto estratégia de pesquisa orientada é que seja capaz de proporcionar uma “aprendizagem ativa”, ou seja, conseguir que os alunos transformem e assimilem os conhecimentos que já têm em estruturas de conhecimentos mais complexas e elaboradas (BOTTENTUIT JUNIOR e COUTINHO, 2011,  p. 6)

Na figura abaixo a Taxionomia de Bloom revisada segundo a metodologia da WebQuest destaca por Bottentuit e Coutinho 2011.

Taxonomia de Bloom (revistos) e seus objetivos paliçada a WebQuest. Fontes: Rocha (2007); Churches (2009); Paiva (2011)


O Professor ao elaborar WebQuest torna-se autor de Material Didático, o que valoriza sua atuação profissional, podendo ainda disponibilizar as WebQuest na Internet para facilitar o acesso para os alunos e compartilhar com seus colegas e demais interessados no tema.


Trabalho sobre WebQuest Apresentado na EDUTEC 2014 (Espanha)





Referências

ABAR, Celina A. A. P.; BARBOSA, Lisbete M.. WebQuest: um desafio para o
professor!. São Paulo: Avercamp, 2008

ARMSTRONG, Alison; CASEMENT, Charles. A criança e a máquina. Porto Alegre: Artmed, 2001.

BARROS , Gílian Cristina. WebQuest: metodologia que ultrapassa os limites do ciberespaço.

BEHRENS, Marilda. Projetos de aprendizagem colaborativa num paradigma emergente. In: MORAN, José M.; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda A. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 8. ed. São Paulo: Papirus, 2000.

SALATESKI, Cleonice; PEREIRA, Patrícia Sandalo. WebQuest: recurso pedagógico no ensino da matemática. Disponível em:

SILVA, Karine Xavier Soares. WebQuest: uma metodologia para a pesquisa
escolar por meio da internet. São Paulo: Blucher Acadêmico, 2008.

BOTTENTUIT JUNIOR, João Batista; COUTINHO, Clara Pereira. A WebQuest na EaD: rompendo a barreira do isolamento em cursos na modalidade a distância.  In VIII Congresso Brasileiro de Ensino Superior a Distância - ESUD 2011.

Disponível em:
http://lite.dex.ufla.br/esud2011/images/abook_file/92469.pdf
 

 

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

domingo, 2 de novembro de 2014

Um tour pelas salas de aula do planeta

O fotógrafo britânico Julian Germain, com uma câmera na mão e um olhar apurado, ele roda o mundo para registrar a educação em diferentes países


Ooron Dutse, Kano, Nigéria, nível islâmico secundário 2, aula de estudos sociais 




sábado, 11 de outubro de 2014

REA - Estudo indica que muitos recursos educacionais digitais na rede têm restrições de uso e distribuição

Recursos Educacionais Abertos no Brasil: o campo, os recursos e sua apropriação em sala de aula”, lançada no dia 30/09, traz resultados de uma pesquisa realizada pela Ação Educativa, com apoio da Wikimedia Foundation, que identificou os principais atores do campo dos Recursos Educacionais Abertos (REA) no país, assim como as oportunidades e obstáculos para o uso e a apropriação destes materiais em língua portuguesa (Confira o relatório na Íntegra).