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Relato neste Blog o trabalho com Formação de Professores para inclusão dos Recursos Tecnológicos no processo de Ensino Aprendizagem. São ações do ProInfo Integrado e programas de formação de professores UAB/UFSM.
quinta-feira, 19 de março de 2015
sábado, 14 de março de 2015
sexta-feira, 13 de março de 2015
Sistema Educacional da Finlândia
Razões do Sucesso do Sistema Educacional da Finlândia
Informações Disponíveis em:
https://gesvin.wordpress.com/2015/02/15/5-razones-de-exito-de-la-educacion-en-finlandia/
Informações Disponíveis em:
https://gesvin.wordpress.com/2015/01/25/los-10-pilares-clave-del-sistema-educativo-en-finlandia/
Informações Disponíveis em:
https://gesvin.wordpress.com/2015/02/15/5-razones-de-exito-de-la-educacion-en-finlandia/
https://gesvin.wordpress.com/2015/01/25/los-10-pilares-clave-del-sistema-educativo-en-finlandia/
quinta-feira, 12 de março de 2015
terça-feira, 10 de março de 2015
NMC Horizon Report: Edição Educação Básica 2014
O NMC Horizon Report: Edição Educação Básica 2014 examina as tecnologias emergentes para o seu potencial de impacto e uso para o ensino, aprendizagem, e investigação criativa em escolas
A série internacionalmente reconhecida NMC Horizon Report e regionais NMC Technology Outlooks fazem parte do NMC Horizon Project, um empreendimento de 12 anos, iniciado em 2002, e que anualmente identifica e descreve as tecnologias suscetíveis a exercerem um impacto grande, nos próximos cinco anos, em todos os setores da educação em cerca de 65 países ao redor do globo. Este volume, NMC Horizon Report: Edição Educação Básica 2014, examina as tecnologias emergentes pelo seu potencial impacto sobre o ensino, aprendizado e investigação criativa nas escolas. Embora existam muitos fatores locais que afetem a prática da educação, há também questões que transcendem as fronteiras regionais e perguntas comuns à educação básica; foi com estas questões em mente que este relatório foi criado. O NMC Horizon Report: Edição Educação Básica 2014 é o sexto na série anual de relatórios de Educação Básica e é produzido pelo NMC, em colaboração com o Consortium for School Networking (CoSN).
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Fotografias de Escravos Brasileiros, Cangaço e do Rio Grande do Sul
08 de Janeiro - Dia do Fotógrafo
10 raras fotografias de escravos brasileiros feitas 150 anos atrás

oto da Fazenda Quititi, no Rio de Janeiro, 1865

Confira
O Cangaço: 12 fotos e 7 fatos impressionantes sobre um Brasil fora da lei
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| O lendário cangaceiro Lampião posa para foto segurando uma edição de um dos jornais que costumava ler, "O Globo", 1936. (Benjamin Abrahão/Acervo Abafilm). |
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| Gaúcho em 1868 |
Escola para os Tempos Atuais
Nada Será como Antes
Entrevista de António Nóvoa sobre Escola para os Tempos Atuais
“Há cerca de 150 anos, em meados do século XIX, inventou-se a escola tal
como a conhecemos. Foi uma enorme transformação. Depois disso, houve
muitas tentativas de mudança e de inovação, mas os seus traços
fundamentais não se alteraram”, afirma o educador português António
Nóvoa.
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| António Nóvoa - Foto: divulgação/Reitoria da Universidade de Lisboa |
Entrivista Completa - Revista Pátio - Novembro de 2014
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
Educação a Distância na Educação Básica do Amazonas
Internet e TV levam escola a 38 mil alunos no Amazonas
o Centro de Mídias de Educação do Amazonas surgiu com a proposta de levar escola aos alunos através de satélites e videoaulas. Atualmente, o projeto, que já ganhou 12 prêmios nacionais e internacionais, mobiliza 3 mil professores para atender mais de 38 mil alunos por ano.
São as tecnologias possibilitando escolarização para alunos residentes em locais de difícil acesso.
Notícia Completa
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Número de Obras com Licença Creative Commons
Infográficos Disponíveis em https://stateof.creativecommons.org/
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
WebQuest
A Inclusão das TIC no processo de ensino-aprendizagem
depende, além dos conhecimentos básicos do professor sobre os recursos
tecnológicos e de aplicativos, software e recursos educacionais, da exploração
didática que o professor faz de cada recurso, da visualização de possibilidades
(das potencialidades) do recurso e adaptações que pode realizar com os mesmos.
Um exemplo desse conhecimento são as maneiras como
uma WebQuest pode ser explorada nas atividades didáticas. A WebQuest, que é um
roteiro de pesquisa, pode ser transformada em grandes desafios para o estudante
que irá pesquisar e realizar atividades diferenciadas para adquirir/melhorar o conhecimento sobre o tema
em estudo. De
um simples roteiro pode ser transformada em trabalho colaborativo, instigante e
que exija criatividade, dependo para isso das Tarefas criadas pelo professor. “A
Tarefa é a parte mais importante de uma WebQuest. Propor um tema que promova a
discussão, saia do convencional e relacione com o contexto, exige grande
reflexão por parte dos autores de uma WebQuest” (SALATESKI E PEREIRA, 2010, p.
9).
Bernie Dodge, que criou
a metodologia de WebQuest em 1995, estruturou a mesma com os seguintes atributos: Introdução, Tarefa, Processo,
Recursos, Avaliação e Conclusão. Atualmente o atributo Tarefa já é substituído
por Desafios e o Processo pode ser acoplado com os Recursos.
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| Mapa Mental sobre WebQuest- Mara Denize Mazzardo |
Abar & Barbosa
(2008, p.11) conceituam WebQuest como “uma
atividade didática, estruturada de forma que os alunos se envolvam no
desenvolvimento de uma tarefa de investigação usando principalmente recursos da
Internet”. O grande número de informações disponíveis na Internet exige que o
trabalho de pesquisa seja orientado pelos professores. Crianças e
jovens que recebem livre acesso à informação sem direcionamento, com freqüência
são incapazes de distinguir entre o importante, o trivial, o inadequado e o
simplesmente errôneo (ARMSTRONG e CASEMENT, 2001).
O desenvolvimento de
WebQuest pelos alunos é uma forma de iniciação científica, pois
Como usuário da rede de informações, o aluno deverá
ser iniciado como pesquisador e investigador para resolver problemas concretos
que ocorrem no cotidiano de suas vidas. A aprendizagem precisa ser
significativa, desafiadora, problematizadora e instigante, a ponto de mobilizar
o aluno e o grupo a buscar soluções possíveis para serem discutidas e
concretizadas à luz de referenciais teórico-práticos (BEHRENS, 2000, p.77).
WebQuest “é uma
metodologia que cria condições para que a aprendizagem ocorra, utilizando os
recursos de interação e pesquisa disponíveis ou não na Internet de forma
colaborativa. É uma oportunidade de realizarmos algo diferente para obtermos
resultados diferentes em relação à aprendizagem de nossos alunos. Além de que,
as WebQuets oportunizam a produção de materiais de apoio ao ensino de todas as
disciplinas de acordo com as necessidades do professor e seus alunos (BARROS 2005,
p. 4)
Silva (2008, p.47) em seu conceito sobre
WebQuest destaca o papel do professor e do aluno:
A WebQuest irá orientar a “navegação” do estudante
na grande rede de computadores a fim de se obter a construção e reconstrução de
conhecimentos ali encontrados. Ele estará mais concentrado em seu tema de
pesquisa, com um processo definido para executá-la, com tarefas e recursos
predefinidos. O ensino não consistirá apenas em dizer o que o estudante deve
fazer, ao contrário, o professor irá tornar-se um questionador, um organizador,
ira estruturar problematizações desafiadoras e fornecer apoio para a execução
do estudo. Portanto, são estratégias que aumentam a motivação do aluno que,
estando motivado não somente faz mais esforços, como está mais alerta a
realizar mais conexões, o que resulta em uma aquisição de conhecimentos
significativos
Através do trabalho com WebQuest pode-se evitar grave
problema do copiar/colar e em conseqüência o plágio. Para isso, nas Tarefas
colocar atividades que evitem respostas simples e diretas, levando os alunos a
relacionar, comparar, descrever, sintetizar, opinar, discutir, consultar em
diversas fontes e referenciar corretamente, representar os conhecimentos com
mídias diversas, criar, ser autor e respeitar a autoria:
Entende-se, desta forma, que a pesquisa deve
possibilitar ao aluno oportunidade para que elabore as suas próprias hipóteses
e teorias, para que recrie seus próprios conceitos com base no questionamento
do problema que se apresenta e, nesse sentido, a pesquisa somente poderá ser
considerada na sua plenitude se conseguir levar o aluno a desenvolver
capacidades cognitivas ao nível da análise, síntese e avaliação. Da mesma
forma, o principal objetivo de uma WebQuest enquanto estratégia de pesquisa
orientada é que seja capaz de proporcionar uma “aprendizagem ativa”, ou seja,
conseguir que os alunos transformem e assimilem os conhecimentos que já têm em
estruturas de conhecimentos mais complexas e elaboradas (BOTTENTUIT JUNIOR e COUTINHO, 2011, p. 6)
Na figura abaixo a Taxionomia de Bloom revisada segundo a
metodologia da WebQuest destaca por Bottentuit e Coutinho 2011.
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| Taxonomia de Bloom (revistos) e seus objetivos paliçada a WebQuest. Fontes: Rocha (2007); Churches (2009); Paiva (2011) |
O Professor ao elaborar WebQuest torna-se autor de Material
Didático, o que valoriza sua atuação profissional, podendo ainda disponibilizar
as WebQuest na Internet para facilitar o acesso para os alunos e compartilhar com
seus colegas e demais interessados no tema.
Trabalho sobre WebQuest Apresentado na EDUTEC 2014 (Espanha)
Trabalho sobre WebQuest Apresentado na EDUTEC 2014 (Espanha)
Referências
ABAR, Celina A. A. P.; BARBOSA, Lisbete M.. WebQuest: um desafio para o
professor!. São
Paulo: Avercamp, 2008
ARMSTRONG, Alison; CASEMENT, Charles. A criança
e a máquina. Porto Alegre: Artmed, 2001.
BARROS , Gílian Cristina.
WebQuest: metodologia que ultrapassa os limites do ciberespaço.
BEHRENS, Marilda. Projetos de aprendizagem
colaborativa num paradigma emergente. In: MORAN, José M.; MASETTO, Marcos T.;
BEHRENS, Marilda A. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 8.
ed. São Paulo: Papirus, 2000.
SALATESKI, Cleonice; PEREIRA, Patrícia Sandalo. WebQuest: recurso pedagógico no ensino da matemática. Disponível em:
SILVA, Karine Xavier Soares. WebQuest: uma metodologia para a pesquisa
escolar por
meio da internet. São Paulo: Blucher Acadêmico, 2008.
BOTTENTUIT JUNIOR, João
Batista; COUTINHO, Clara Pereira. A WebQuest
na EaD: rompendo a barreira do isolamento em cursos na modalidade a distância.
In VIII Congresso Brasileiro de Ensino Superior a Distância - ESUD 2011.
Disponível em:
http://lite.dex.ufla.br/esud2011/images/abook_file/92469.pdf
Disponível em:
http://lite.dex.ufla.br/esud2011/images/abook_file/92469.pdf
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Geração Móvel - Adelina Moura
Geração Móvel | Adelina Moura | TEDxLisboaED - Relato de Práticas didáticas
domingo, 2 de novembro de 2014
Um tour pelas salas de aula do planeta
O fotógrafo britânico Julian Germain, com uma câmera na mão e um olhar apurado, ele roda o mundo para registrar a educação em diferentes países
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| Ooron Dutse, Kano, Nigéria, nível islâmico secundário 2, aula de estudos sociais |
sábado, 11 de outubro de 2014
REA - Estudo indica que muitos recursos educacionais digitais na rede têm restrições de uso e distribuição
Recursos Educacionais Abertos no Brasil: o campo, os recursos e sua
apropriação em sala de aula”, lançada no dia 30/09, traz resultados de
uma pesquisa realizada pela Ação Educativa, com apoio da Wikimedia
Foundation, que identificou os principais atores do campo dos Recursos
Educacionais Abertos (REA) no país, assim como as oportunidades e
obstáculos para o uso e a apropriação destes materiais em língua
portuguesa (Confira o relatório na Íntegra).
terça-feira, 2 de setembro de 2014
1822 O caminho da Independência do Brasil
Entenda neste especial desenvolvido por Laurentino Gomes os fatos que desencadearam a Independência brasileira.
Jogo
http://educarparacrescer.abril.com.br/1822/?utm_source=redesabril_educar&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_educar
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